BSC Corretora de Seguros — Brasil Seguros Corporativos

O setor de segurança privada em números

Não trabalhamos com estimativa. Trabalhamos com o dado oficial da Polícia Federal, da SUSEP e da ANS — porque é sobre ele que a sua autorização de funcionamento é avaliada.

588.420

Vigilantes ativos

565.495 em empresas especializadas e 22.925 em serviços orgânicos. Terceiro ano consecutivo de crescimento, com alta de 3% em doze meses.

2.909

Empresas especializadas

Autorizadas pela PF como prestadoras de serviços de segurança privada a terceiros. Além delas, há 1.900 serviços orgânicos (empresas que fazem a própria segurança).

R$ 50,5 bi

Faturamento 2025

Alta de 3,98% sobre 2024. R$ 44 bi de vigilância e segurança privada e R$ 6,5 bi de transporte de valores.

3.117

Sanções da PF em 2025

Contra 2.400 em 2024 — alta de 30%. O Decreto 13.012/2026 ampliou os instrumentos de fiscalização.

Fonte: Polícia Federal / Fenavist / Fórum Brasileiro de Segurança Pública — Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026. Vigilantes e empresas: posição de março/2026. Faturamento e sanções: ano-base 2025.

O setor de segurança privada

A segurança privada emprega mais gente do que as polícias militares brasileiras somadas. É um setor de mão de obra intensiva, margem apertada, carga tributária alta e — desde setembro de 2024 — sob um marco regulatório inteiramente novo.

Para uma corretora, isso significa três coisas: volume, recorrência e obrigatoriedade. É uma combinação rara.

808.525

Mão de obra qualificada

Profissionais com curso de formação e reciclagem em dia — o maior contingente desde 2022, com alta de 6% em um ano. 369 escolas de formação autorizadas.

10.097

Frota operacional

5.246 carros-fortes, 3.797 veículos de escolta armada e 1.054 carros leves. Frota de altíssimo valor unitário e risco agravado.

3.117

Sanções da PF em 2025

Contra 2.400 em 2024 — alta de 30%. R$ 10,4 milhões pagos em multas, com valor médio de R$ 4.300 por autuação.

Fonte: Polícia Federal / Fenavist / Fórum Brasileiro de Segurança Pública — Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026.

Por que o crescimento da fiscalização importa para você

O dado mais relevante do Anuário 2026 não é o faturamento. É este: a Polícia Federal aplicou 30% mais sanções em 2025 do que em 2024, e o Decreto 13.012/2026 ampliou, em junho de 2026, substancialmente os instrumentos de fiscalização à sua disposição — inclusive sobre o tomador do serviço.

Não se trata mais de risco teórico. Trata-se de um regulador que passou a fiscalizar mais, com ferramenta legal mais forte, sobre um universo de empresas que ainda não se adequou.

A pergunta que a diretoria da sua empresa precisa responder é simples: na próxima vistoria, a comprovação da garantia financeira do Art. 14, §3º está pronta?

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O mercado segurador brasileiro

Do outro lado da equação está um mercado segurador que fechou 2025 com R$ 764,5 bilhões movimentados — prêmios de seguros, contribuições de previdência, faturamento de capitalização e contraprestações de saúde. É o setor que paga, todo ano, mais de meio trilhão de reais em indenizações e benefícios.

Saúde suplementar

R$ 349,4 bi+10,8%

Danos e Responsabilidades

R$ 144,5 bi+7,5%

Seguros de Pessoas

R$ 78,8 bi+8,3%

Capitalização

R$ 33,9 bi+6,0%

Total do setor

R$ 764,5 bi+1,8%

Fonte: CNseg — Confederação Nacional das Seguradoras, consolidado de 2025.

Os dois segmentos que interessam diretamente à segurança privada — Danos e Responsabilidades (R$ 144,5 bi) e Pessoas (R$ 78,8 bi) — somam R$ 223,6 bilhões e cresceram 7,7% em 2025, acima da inflação e acima do PIB.

O ramo Seguro Garantia

O ramo que mais importa para a adequação ao Estatuto é também um dos que mais crescem. Em 2025, o Seguro Garantia arrecadou R$ 6,29 bilhões em prêmios — alta de 23,88% sobre o ano anterior.

Composição do ramo

  • Garantia pública (licitações, contratos)R$ 5,45 bi (+7,78%)
  • Garantia privada (judicial, contratual)R$ 835 mi

O segmento privado — onde se enquadram a garantia judicial trabalhista, a garantia judicial tributária e a garantia do Art. 14, §3º — representa hoje apenas 13% do ramo. É a fatia menos explorada de um mercado que cresce quase 24% ao ano.

Líderes do ramo, 2025

1Pottencial Seguradora
R$ 1,021 bi
2Junto Seguros
R$ 1,002 bi
3Austral Seguradora
R$ 375,7 mi

Fonte: SUSEP, relatório de fevereiro de 2026. A Pottencial lidera o ramo pelo nono ano consecutivo.

A saúde suplementar

Em folha de pagamento intensiva, plano de saúde não é benefício acessório: é o segundo maior custo depois do salário e o principal instrumento de retenção em um setor com rotatividade alta.

52,97 mi

beneficiários em planos médicos (março/2026)

35,80 mi

em planos exclusivamente odontológicos

73,1%

dos vínculos médicos em planos coletivos empresariais

74,7%

dos vínculos odontológicos em coletivos empresariais

668

operadoras ativas no país (junho/2026)

R$ 349,4 bi

receita do segmento em 2025 (+10,8%)

Fonte: ANS — Agência Nacional de Saúde Suplementar, dados de março/2026. Receita: CNseg 2025. As 10 maiores operadoras concentram 42% dos beneficiários e 50% da receita (2026).

O mercado de corretagem

O Brasil tem 149.031 corretores de seguros com registro ativo na SUSEP (posição de janeiro de 2025) — 56,6% pessoas físicas e 43,4% pessoas jurídicas.

Quase 150 mil corretores. E praticamente nenhum deles estruturado para responder à pergunta específica que uma empresa de segurança privada precisa fazer hoje: como comprovo, perante a Polícia Federal, a garantia financeira do Art. 14, §3º?

É exatamente essa lacuna que a BSC ocupa.

Fonte: SUSEP — cadastro de corretores, posição de janeiro/2025, divulgado pelo Sincor-SP.

SP52.584
RJ13.101
MG10.796
PR9.388
RS7.596

Por que este é o momento

1

Obrigação legal recém-regulamentada

A Lei 14.967/2024 está em vigor desde setembro de 2024, mas só passou a produzir efeitos operacionais plenos com o Decreto 13.012/2026, assinado em junho de 2026.

2

Fiscalização em expansão

A PF aplicou 3.117 sanções em 2025 — 30% mais que em 2024 — e o Decreto ampliou seus instrumentos, incluindo a responsabilização do contratante que usa empresa irregular.

3

Renovação cíclica obrigatória

A autorização ocorre a cada 2 anos para empresas de segurança e escolas de formação, e a cada 5 anos para monitoramento eletrônico. Não é evento único: é ciclo permanente.

Some as três e o resultado é: toda empresa de segurança privada autorizada no Brasil terá que resolver isso — e terá que resolver de novo, e de novo.

Seu ciclo de renovação já começou.

A BSC estrutura o pacote de seguros exigido pelo Estatuto e acompanha cada renovação. Comece pelo diagnóstico — é gratuito e leva 15 minutos.

Nota de manutenção: vigilantes, empresas, frota e sanções atualizam com o Anuário (Fenavist/FBSP) em julho de cada ano; faturamento do setor em julho (Fenavist); ramo Garantia e ranking SUSEP em fevereiro; mercado segurador consolidado CNseg em fevereiro/março; beneficiários de planos ANS mensal; corretores registrados SUSEP mensal. Última verificação: julho/2026.