Previdência Privada Corporativa
Instrumento de retenção para supervisão, gestão e diretoria, onde o custo de reposição é alto e o turnover é caro.
O que é
Plano de previdência complementar aberta (PGBL ou VGBL) contratado pela empresa em favor de grupo de empregados. A empresa contribui mensalmente, e o empregado pode fazer contribuições voluntárias. O benefício é portável e pertence ao empregado (dentro das regras de vesting).
Para quem faz sentido
A previdência corporativa não é benefício de massa — é ferramenta de retenção seletiva. Faz sentido para quadros de supervisão, gestão, coordenação e diretoria, onde o custo de reposição é alto e a perda de conhecimento é real.
Em setores com alta rotatividade operacional mas estabilidade na gestão, a previdência corporativa diferencia o pacote de remuneração da liderança sem impactar o custo da base.
Vesting: o mecanismo de retenção
Vesting é a regra que define quando a contribuição da empresa se torna integralmente do empregado. Exemplos: 100% após 5 anos, ou escala progressiva (20% por ano). O empregado que sai antes perde a parcela não vestida.
É esse mecanismo que transforma a previdência em ferramenta de retenção, e não apenas benefício.
Regulação aplicável
- SUSEP — planos abertos de previdência complementar
- Lei Complementar 109/2001 — regime de previdência complementar
- Receita Federal — dedução de até 12% da remuneração bruta do empregado (PGBL)
Perguntas frequentes
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